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20.9.07

"Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe:'que tamanho tem o universo?' Acariciando a cabeça da criança, ele olhou para o infinito e respondeu:'O universo tem o tamanho de seu mundo.' Perturbada, ela novamente indagou:'Que tamanho tem o meu mundo?' O pensador respondeu: 'Tem o tamanho dos seus sonhos.' Se os seus são pequenos, sua visão será pequena, suas metas limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas frágil. Shakespeare disse que 'quando se avistam nuvens, os sábios vestem seus mantos.' Sim! A vida tem inevitáveis tempestades. Quando elas sobrevêm, os sábios preparam seus mantos invisíveis:protegem sua emoção usando sua inteligência como paredes e os seus sonhos como teto. Os sonhos regam a existência com sentido. Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romances. A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, e a ausência dos sonhos transforma os milionários em mendigos. A presença de sonhos faz dos idosos, jovens, e a aus~encia de sonhos faz dos jovens, idosos."

Augusto Cury- "Nunca Desista De Seus Sonhos."

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17.9.07

Meu coração doi...

Me odeio...

"Mas eu odeio, principalmente, não conseguir te odiar, nem um pouco nem mesmo por um segundo, nem mesmo por só te odiar."

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9.9.07

Mas que pampa é essa que eu recebo agora
Com a missão de cultivar raízes
Se dessa pampa que me fala a estória
Não me deixaram nem sequer matizes?

Passam as mãos da minha geração
Heranças feitas de fortunas rotas
Campos desertos que não geram pão
Onde a ganância anda de rédeas soltas

Se for preciso, eu volto a ser caudilho
Por essa pampa que ficou pra trás
Porque eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

Mas que pampa é essa que eu recebo agora
Com a missão de cultivar raízes
Se dessa pampa que me fala a estória
Não me deixaram nem sequer matizes?

Passam as mãos da minha geração
Heranças feitas de fortunas rotas
Campos desertos que não geram pão
Onde a ganância anda de rédeas soltas

Se for preciso, eu volto a ser caudilho
Por essa pampa que ficou pra trás
Porque eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

Herdei um campo onde o patrão é rei
Tendo poderes sobre o pão e as águas
Onde esquecido vive o peão sem leis
De pés descalços cabresteando mágoas

O que hoje herdo da minha grei chirua
É um desafio que a minha idade afronta
Pois me deixaram com a guaiaca nua
Pra pagar uma porção de contas

Se for preciso, eu volto a ser caudilho
Por essa pampa que ficou pra trás
Porque eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

Eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

Eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

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